A notícia foi confirmada através de um comunicado publicado na rede social X pelo gabinete do senador, que informou que Graham faleceu na sequência de uma doença súbita.
"A família agradece as orações, mas pede privacidade neste momento incrivelmente difícil", refere a nota.
Lindsey Graham representava o estado da Carolina do Sul no Senado norte-americano desde 2003. Em 2016, declarou apoio total a Donald Trump, tornando-se um dos seus mais influentes aliados dentro do Partido Republicano.
Em março deste ano, Graham chegou a comparar Trump ao antigo Presidente Ronald Reagan, afirmando que o atual líder republicano representa o maior exemplo em matéria de política externa.
"Sou um grande admirador de Ronald Reagan, mas tenho de dizer que Donald Trump é o padrão de ouro para os republicanos, talvez para qualquer presidente, no que diz respeito à política externa", afirmou na ocasião.
À data da sua morte, Lindsey Graham presidia a Comissão de Orçamento do Senado e preparava-se para disputar, em novembro, um quinto mandato de seis anos.
Reconhecido como uma das figuras mais influentes do Senado norte-americano, Graham destacou-se pelas suas posições em matérias de defesa e política internacional, bem como pelo forte apoio a Israel e à manutenção da presença militar dos Estados Unidos em várias regiões do mundo.
De acordo com informações obtidas pela NBC News, equipas de emergência responderam a uma ocorrência por alegada paragem cardíaca na residência do senador, situada em Capitol Hill.
Há apenas algumas semanas, Donald Trump tinha manifestado publicamente apoio à campanha de reeleição de Lindsey Graham para as eleições intercalares de novembro, nas quais serão renovados todos os lugares da Câmara dos Representantes e um terço do Senado, um processo que poderá alterar o equilíbrio político em Washington.

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