Segundo o testemunho, naquela manhã ela embarcou num transporte público lotado para cumprir o último dia de trabalho antes de entrar de férias. Apesar da grande quantidade de passageiros, considerou a situação normal e seguiu viagem sem notar qualquer problema.
Ao chegar ao destino, desceu do veículo e dirigiu-se diretamente ao escritório onde trabalha. Já na receção, um funcionário chamou a sua atenção e pediu que regressasse.
De acordo com o relato, o colega informou que havia uma mancha na parte de trás da sua roupa, dando a entender que ela poderia ter-se sentado sobre alguma substância.
A mulher afirmou que estranhou a situação, pois garantiu que não se tinha sentado em nenhum local desde que saiu de casa. Ao verificar a roupa, percebeu que havia uma substância na parte traseira das suas vestes.
Nesse momento, diz ter recordado que, durante toda a viagem, um jovem permaneceu muito próximo dela devido à lotação do transporte, levando-a a acreditar que a situação poderá ter ocorrido enquanto ambos estavam no interior do veículo.
A autora do relato afirma que ficou profundamente chocada com o episódio e questionou o comportamento de alguns homens em situações semelhantes.
"Desde esse dia, passei a olhar este tipo de comportamento de forma diferente. Não consigo entender como alguém pode fazer uma coisa dessas dentro de um transporte público", escreveu.
A publicação gerou diversas reações nas redes sociais, com muitos internautas a manifestarem solidariedade e a defenderem a importância de denunciar qualquer forma de assédio ou abuso em espaços públicos.

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