O movimento confirmou oficialmente a morte de Andile Somgxada, que liderava a estrutura da organização na província de Gauteng. Segundo as informações divulgadas, o ativista foi alvo de um ataque à saída da sua residência e, após vários dias internado, acabou por morrer em consequência dos ferimentos.
Na sequência do homicídio, a direção do March and March classificou o caso como uma alegada execução com motivações políticas e revelou que vários dos seus dirigentes, incluindo a líder nacional Jacinta Ngobese-Zuma, têm recebido ameaças de morte em diferentes províncias do país.
Entretanto, a situação agravou-se na região de Umzimkhulu, na província de KwaZulu-Natal, onde o responsável pela organização de uma marcha do movimento foi detido pelo Serviço Policial Sul-Africano (SAPS).
De acordo com as informações disponíveis, a detenção ocorreu depois de terminar o prazo informal estabelecido pelo movimento para que imigrantes em situação irregular deixassem o país.
A manifestação terminou em confrontos entre participantes e a polícia, levando ao reforço da presença das forças de segurança na região e culminando com a detenção do organizador local.
As autoridades sul-africanas ainda não divulgaram todos os detalhes sobre as acusações que recaem sobre o ativista detido, enquanto o ambiente permanece tenso e as investigações relacionadas com a morte de Andile Somgxada prosseguem.

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